Em partida na qual os dois goleiros saíram como verdadeiros heróis e o juiz como o rei da confusão, o empate ocorrido na noite desta quarta-feira (27) acabou sendo bom para Atlético Mineiro e Palmeiras.
Se por um lado o time de Belo Horizonte que mandou seu jogo em Sete Lagoas entrou com um time misto, o Palmeiras atuou fora de casa e ainda foi prejudicado pela arbitragem.
No jogo de volta daqui a duas semanas, o Verdão vai para a semifinal da Copa Sul-americana com um empate em zero a zero.
Empate por 1 a 1 leva a decisão para os penais, enquanto empates de 2 gols para cima classificam a equipe mineira.
Na etapa inicial, as duas equipes mostraram grande capacidade de erros de passes, com o Palmeiras tendo grandes chances aos 6 minutos com Kleber e Neto Berola aos 20 minutos.
Valdívia entrou no sacrifício e, infelizmente, teve de sair antes do meio da etapa inicial, dando lugar a Lincoln.
Substituindo Neto Berola no meio-tempo, Obina criou perigo logo a 8 minutos, em bela defesa de Deola.
Aos 9 minutos, bela jogada do ataque alviverde acabou com Kleber mandando para o fundo da rede da equipe treinada por Dorival Júnior.
Tinga mandou uma bomba para bela defesa de Renan aos 17 minutos. E aos 20 minutos, o juiz deu um pênalti claro em Lincoln a favor do Palmeiras.
Só que, dois minutos depois, o soprador de apito voltou atrás e deu um impedimento do meia alviverde que o bandeirinha não havia assinalado na hora em que teoricamente teria ocorrido. Lambança pura.
Veja nosso artigo O Verdão está cada vez mais complicado.
Aos 25 minutos, Diego Souza, que havia acabado de entrar, fez grande jogada e chutou um petardo, que Deola desviou para escanteio em puro milagre.
Aos 26 minutos, no entanto, foi marcado pênalti de Márcio Araújo em Obina, que converteu. Empate.
Até o final da partida, o Palmeiras teve pelo menos quatro grandes chances, que Renan soube impedir.
Justiça se faça: o melhor jogador do Palmeiras nesta noite foi Luan, que não só fez boas jogadas no ataque como também ajudou e muito o nosso sistema defensivo.
