Zona de rebaixamento? Temos time para sair dessa…

São muitos os elementos que formam uma equipe vencedora: uma boa estrutura para os treinamentos, uma comissão técnica competente, dinheiro para contratar, cartolas atuantes…e principalmente um bom elenco.

Com o plantel que temos hoje, claro que estamos atrás de muitas equipes do futebol brasileiro, mas não somos um time de Série B, mesmo com o clube sendo administrado de forma ilegítima como se fosse uma lanchonete.

Com base no histórico recente de cada atleta, vamos analisar um a um os jogadores que atuaram na derrota frente ao Atlético-MG:

Bruno – Prata da casa, bom goleiro, mas que precisa de mais tranquilidade para sair da sombra de São Marcos.

Cicinho – Chegou como aposta após se destacar no Oeste. Começou muito bem, conquistou o seu lugar na equipe, mas caiu demais de produção e só está no time titular porque o seu substituto imediato (Artur) é muito fraco e deveria ser afastado.

Obs: Vitor, contratado a peso de ouro do Goiás, não caiu nas graças do treinador e acabou sendo emprestado.

João Vitor (entrou no lugar de Cicinho) – Jogador razoável, fica apenas como opção para o banco de reservas.

Henrique – Ótimo zagueiro, apóia bem e faz gols. Seria titular em qualquer grande clube do País.

Thiago Heleno – Bom zagueiro, mas que precisa se recuperar de cirurgia recente. Chegou desacreditado, mas ganhou o seu lugar na equipe e também seria titular nas principais equipes do Brasileirão.

Juninho – Lateral que fez ótima campanha no Figueirense e estava na mira de vários outros clubes. Começou muito bem mas caiu de produção como o restante da equipe. Pode melhorar.

Márcio Araújo – Veio do Atlético-MG, onde nunca teve muito destaque. Esforçado, mas tecnicamente fraco. Teve uma boa fase apenas, mas estranhamente segue como titular absoluto da equipe.

Marcos Assunção – Ótimo batedor de faltas, mas pouco marca e não apoia como deveria. Poderia ser melhor aproveitado.

Felipe – Prata da casa, foi muito bem no Mogi Mirim, mas teve poucas chances desde que voltou ao Palmeiras. Meia de criação, mas ficou encarregado da marcação nas últimas partidas e foi mal.

Maikon Leite (entrou no lugar de Felipe)- Ótima opção para o segundo tempo, mas raramente vai bem quando começa entre os titulares. É um bom atacante para os padrões atuais do futebol brasileiro.

Daniel Carvalho – Veio do Atlético-MG onde teve uma passagem apagada. Começou muito bem, mas caiu de produção, é lento demais e ainda não se encontrou por aqui.

Obs: Valdívia é o titular da posição, mas sofre com seguidas contusões e pode deixar o clube a qualquer momento. Diego Souza e Bruno Dybal, destaques das categorias de base, jamais tiveram uma chance no time principal.

Luan – Se destacou no São Caetano, passou pelo futebol francês, e foi contratado pela bagatela de R$7 mi. Muito esforçado, auxilia bem na marcação, mas passa mal e finaliza como um…zagueiro. Desde que voltou ao time titular, o Palmeiras não venceu.

Mazinho (entrou no lugar de Luan) – Também foi destaque no Oeste, chegou como aposta, foi muito bem nas primeiras partidas e mostrou que tem potencial. Perdeu espaço desde a volta de Luan.

Barcos – Talvez seja o nosso melhor atacante nos últimos anos. Começou muito bem mas, jogando isolado no ataque por conta de um esquema tático que prioriza a marcação, tem feito poucos gols. É outro que seria titular em qualquer outra equipe do País.

Técnico: Luiz Felipe Scolari – Treinador experiente e vencedor. Ídolo palmeirense por tudo o que fez pelo clube, mas infelizmente perdeu a mão do time desde o ano passado.

A essa altura, qualquer outro técnico em seu lugar já teria sido demitido mas, como serve de vidraça para encobrir os erros da diretoria mais incompetente da história, segue no cargo até sabe Deus quando.

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Abraço a todos!