Verdão se complica, mas ganha mesmo assim

Já sei no que você pensou lá pelos 30 e poucos minutos do segundo tempo de Palmeiras x Goiás, realizado na noite deste sábado (30) na Arena Barueri: eu já vi esse filme antes, e o final não foi bacana.

Sim. Pela culionésima vez nos últimos anos, o Verdão virava uma partida com vantagem de 1 a 0, no caso de hoje com um belíssimo gol de Tinga aos 21 minutos, que chutou de esquerda após bela jogada individual.

Perdemos várias chances de ampliar a vantagem na etapa inicial. E na metade final da partida, a fraca, porém esforçada, equipe goiana voltou com tudo, com o atleta Jones correndo e pondo fogo na disputa.

Aos 35 minutos, quando já roíamos nossas unhas esperando o empate do alviverde rival, que Deola (sempre ele) evitou em várias ocasiões, o apagado Lincoln desta vez fez ótima jogada e serviu bem Márcio Araújo, que também de canhota fez 2 a 0.

Tranqüilidade enfim? Doce ilusão. Aos 38 minutos, Carlos Alberto fez o gol, livre na frente de Deola, que ainda assim quase defende.

Aos 41 minutos, o capítulo final da disputa parecia surgir, em gol de Dinei (substituiu Kleber, que havia tomado o terceiro amarelo) completando belíssima assistência de Luan, que resolveu jogar bola de uma hora para a outra.

Por sinal, Dinei poderia ter matado o jogo logo a seguir, em outro passe cirúrgico de Luan.

Tudo consumado, como diria o saudoso Fiori Gigliotti? Doce engano. Em nova falha da defesa do Palmeiras, Everton Santos faz o segundo gol do Goiás, aos 44 minutos.

Aos 48 minutos, provavelmente já sem unhas para roer, enfim o Palmeirista do Brasil e do mundo comemorou a vitória por 3 a 2. Meu Deus!

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