Tranquilidade pode ser o remédio para a crise palmeirense

Uma vitoria magra, mas que pode trazer a calma que o elenco palmeirense precisa para trabalhar e conquistar mais pontos no Brasileirão.

Foram apenas oito vitórias em todo o campeonato e ainda precisamos de algumas outras, mas nada está definitivamente perdido, conforme disse César Sampaio no desembarque hoje, em Guarulhos.

“Diminui a distância na zona de rebaixamento, mas continua muito complicado. O discurso agora é de trabalhar muito e falar pouco. Tem ainda uma luta contra a logística, e agora é preciso abdicar de família. A melhor coisa é a gente ganhar, nossa meta é 44 ou 45 pontos, não tem que olhar pros rivais agora”, afirmou o agora gerente de futebol palmeirense.

Ainda não acredito que o time vá se safar da Série B, mas vou torcer de todas as formas para que isso aconteça.

As voltas de Marcos Assunção e de Barcos foram fundamentais para o trunfo de ontem. Se conseguirmos mais uma vitória seguida e se as coisas continuarem conspirando a favor, com os jogadores atuando sem aquele peso todo nas costas, a coisa pode melhorar.

E por que sem todo aquele peso todo? Porque a lógica diz que o time já caiu, ou seja, tudo o que conseguirmos fora disso é lucro, somos franco-atiradores no torneio.

Vamos continuar fazendo o nosso papel de torcedor e…torcer!

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A resposta de Hernán Barcos para a fofoca que foi veiculada pela decadente Rádio Jovem Pan foi sensacional: “Se eu fosse um filho da p… de pedir aumento, não teria jogado na Bahia”.

E o pior é ainda tem muito torcedor que se diz palmeirense que ouve essa rádio todo santo dia.

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Confesso que comemorei a ida do meia Alex para o Coritiba. A chegada de um jogador já veterano, com um altíssimo salário e no meio da temporada, geralmente não é bem “digerida” pelos demais jogadores do elenco.

Não concordo com esse tipo de postura de alguns atletas, mas é assim que a coisa funciona, e como diz Raul Bianchi…quem manda no futebol hoje são os jogadores.