Obrigado, Roberto Avallone (1947-2019)!

Muito triste com a perda do Roberto Avallone. Palestrino doente. Colunista impecável. JORNALISMO FUTEBOL CLUBE (exclamação)!

Poucos jornalistas hoje (ou nenhum) terão o impacto que o Avallone teve para a minha geração. Pense num programa hoje capaz de bater o Fantástico num domingo à noite. Impossível.

Avallone era popular. Em São Paulo, ele era muito mais do que isso. Era quase um popstar. Seus bordões estavam em todos os lugares onde se discutia futebol.

Ao mesmo tempo era historiador. Era um romântico, principalmente nos seus textos, e tinha um estilo tão marcante que acabou sendo imitado por décadas em discussões futebolísticas nos bares, rodas de amigos e até aqui no Clube Mondo Verde.

Evair, o MATADOR do Parque Antárctica!  Luxemburgo, o ESTRATEGISTA! César Sampaio, o MAESTRO! foram alguns dos bordões que ficaram na mente de todo palestrino que acompanhava o Palmeiras desde aquela época até a eternidade.

Obrigado por tudo, mestre!