Quem vem lá? Que venha logo…

O time estava muito mal mesmo e não dava mais pro Cuca. Ele mesmo pediu pra sair, talvez nem deveria ter voltado daquele jeito. O Alberto Valentim, santo de casa, assumiu o comando e conquistou três vitórias.

Num campeonato sem vergonha como esse, qualquer time que fizer nove pontos em três partidas acaba chamando a atenção  e subindo muito na tabela. Foi o que aconteceu também com o Palmeiras e a gente começou até a pensar no título brasileiro.

Depois, a limitação de várias peças do elenco (e arbitragens ruins) acabaram com as chances do Palmeiras de alcançar o primeiro colocado. Porém, apesar dos resultados negativos, o time melhorou.

Saíram os chuveirinhos, as casquinhas e a bola começou a rolar mais. Ao mesmo tempo, os problemas crônicos do time voltaram a aparecer e as vitórias sumiram. Pronto, bastou isso para o time voltar a ser um lixo e o Valentim passar de solução definitiva para fracasso absoluto. Não serve mais.

Não concordo com esse julgamento sumário que é feito no futebol brasileiro, mas é assim que a banda toca. Só mesmo uma diretoria com pulso poderia lutar contra isso e bancar o nome de um treinador como o Valentim. Esqueça.

Bem, olhando para o calendário (e para o mercado) não consigo pensar em outro nome a não ser o do Abel Braga para assumir o comando da equipe em 2018. Não é o treinador dos sonhos, mas manter o Valentim é quase impossível e contratar outro “novato” também é arriscado demais. O próprio Alberto Valentim já se posicionou e disse que não aceitará ser auxiliar no próximo ano.

A única coisa que peço é que a decisão seja tomada logo. Não dá pra esperar o início da pré-temporada, que será mais curta em 2018, para correr atrás de um treinador. Além de um técnico, o clube deve determinar as diretrizes do seu trabalho.

Se isso não for feito, vamos repetir os erros de 2017 com jogadores chegando e sem termos ainda uma definição de como o time vai jogar ou quem vai ser o comandante.

Abraço a todos!