Quem é o mais ídolo? Quem é menos?

Na falta de uma discussão mais séria sobre os problemas do clube, parte da torcida resolveu discutir quem é mais ou menos ídolo. Como se isso fosse algo simples.

Poucas coisas são tão subjetivas quanto a escolha de um ídolo. Meu primeiro ídolo, lá nos anos 80, foi o zagueiro Toninho Cecílio. Talvez por vê-lo tantas vezes justificando derrotas no final das partidas isso tenha marcado positivamente. Depois, ficamos até amigos quando ele foi gerente de futebol do clube.

Depois veio o Edmundo, o Evair Aparecido Paulino. Quando o São Marcos veio conversar comigo eu também percebi que estava ao lado de um ídolo, um cara gigante para a história do clube. Tive a mesma sensação ao entrevista o pequeno gigante, o Dudu.

Quem é mais? Quem é menos? Isso é tudo muito subjetivo. Vai variar de pessoa para pessoa. Depende da sua idade, da sua personalidade, dos jogos que assistiu. É algo muito difícil de definir no grito ou no chute.

Acho que a discussão mais correta é sobre quem serão os nossos ídolos num futuro onde os atletas apenas passam pelos clubes.

Quem passou, ficou e, principalmente, marcou o coração das pessoas, tem o direito de ser ídolo. De quem quiser ter um, claro.

Abraço a todos!