Protestos formais contra arbitragens se mostram inúteis

Protestos formais, ofícios, cópias de DVD, muito blá blá blá…e nada de resultados práticos. Na última quarta-feira, o Palmeiras foi novamente assaltado pela arbitragem na vitória sobre o Botafogo, por 2 a 1 (veja acima).

A diretoria tem feito a sua parte por meios formais, mas sem nenhum resultado prático e o time é prejudicado a cada rodada do Brasileirão.

Sobre a desastrosa atuação do árbitro Antonio Schneider na derrota por 2 a 0 para o Bahia, o ouvidor de arbitragem da CBF, Aristeu Leonardo Tavares, até reconheceu um “erro grave” do apitador contra o Verdão. E daí?

Desculpem, mas isso é muito pouco. Com que frequência algum diretor ou mesmo o presidente Tirone vai ao Rio de Janeiro para jantar ou almoçar com o atual presidente da CBF? Aposto que o Andrés Sanches fazia isso todos os meses com o Ricardo Teixeira e, infelizmente, é assim que a coisa funciona no Brasil.

O Bahia e até mesmo o Ceará, time da Série B, conseguem suspender árbitros enquanto o Palmeiras continua sendo tratado pelos cartolas da CBF como se fosse um time pequeno de alguma cidade do interior do País.

Tudo bem que o problema é recorrente, o Goleiro Verde e o nosso ouvinte Marco falam disso há anos, mas agora as coisas passaram dos limites. Quase toda rodada o time é vítima de alguma falha grave e a torcida já perdeu as esperanças de uma mudança nesse quadro.

Tá na hora desse pessoal parar de se preocupar com política interna, eleições, Twitter e fazer alguma coisa pelo clube.

São contra as eleições diretas? Tudo bem, mas até mesmo os piores ditadores da história lutavam pelos interesses de seus países.

Mas vamos em frente…abraço a todos!