Prosa Verde: Fracasso – Por te querer tanto bem e me fazer tanto mal. Respeitem o Palmeiras!

Amigos palestrinos e companheiros mondistas, tudo bem? Sacanagem perguntar isso a um palmeirense agora, não é? Eu sei e foi por isso, confesso, que a Prosa de hoje esteve muito perto de não existir, de não se concretizar, de ser deixada de lado, tamanha a frustração, chateação, decepção, e vários outros “ão” desagradáveis. Mas… aprendi com Flávio, Fabian e Raul que não importa o que aconteça, nós precisamos estar sempre aqui, com o Palmeiras. Seja empatando ou perdendo, na tristeza e na desgraça, na falha do ataque ou da defesa, não importa, o palmeirense de verdade jamais abandonará o clube!

Agradeço também ao mestre Peninha e ao amigo Erivelton Gomes pela força para estar aqui, escrevendo sobre mais um vexame tingido de verde e branco, mais uma patacoada esmeraldina, outra presepada protagonizada por “nosso” treinador e seus comandados, com o patrocínio total e irrestrito de Arnaldo Tirone e sua gestão medíocre, pra não usar termos chulos… ah, quer saber, dane-se: Administração de merda desse imbecil com cara e atitudes de babaca, um bosta de presidente.

Vergonha na cara não se compra na esquina
O senhor lê Mondo Verde, senhor B1? O senhor sabe o que é Mídia Palestrina, fantoche do Mustafá? Pois bem, decore o meu nome, Fellipe Málaga, sou eu quem está dizendo isso: uma bela bosta de administração, ridícula, medonha, uma das piores da história, feita por alguém incapaz de tomar conta de uma lanchonete, que dirá um clube de futebol, gigante, quase centenário, com 18 milhões de torcedores. O senhor, se vergonha na cara tivesse, Pituca, abdicaria do cargo imediatamente mediante tantas cagadas que fizeste, juntamente com o seu fiel escudeiro Roberto Frizzo, outro bundão, outro banana.

A prepotência de bigodes
Isso sem falar em Luiz Felipe Scolari, que conseguiu me deixar mais furioso ainda do que o resultado do jogo em Campinas, por sua coletiva, agindo como se nada tivesse acontecido, como se a derrota fosse algo esperado, normal, como se o jogo não valesse nada, como se não fosse… Ah, vá pro inferno, bigodudo! Vá pro inferno e leve com você seus queridinhos, sua trupe, sua teimosia, sua arrogância, seu cartel de desculpinhas esfarrapadas e estrambólicas e sua falta de hombridade em reconhecer seus erros patéticos.

Uma tristeza em casa olhar…
Não há como não se revoltar com tudo o que está acontecendo, não há como calar diante da busca incessante do apequenamento do maior clube desse País, não há como não sentir o duro golpe de ver as lágrimas correndo nas feições chorosas dos mais novo e a decepção estampada na cara incrédula de quem ama esse clube acima de muitas outras coisas importantes na vida, gente que torce, vibra, comemora, grita, canta, pula… ou que fazia tudo isso quando o time lhe dava razões. Hoje não está dando.

Faxina geral? Sim, nós podemos!
O correto, como disse com toda sapiência o jornalista Antero Greco, seria começar tudo do zero, fazer uma faxina geral, do jardineiro ao presidente, do goleiro ao centroavante, talvez assim as coisas funcionassem. Há como fazer isso? Sim, há, o que não quer dizer que se trata de uma tarefa simples e fácil como dar um “nó tático” no Felipão, por exemplo.

O trabalho é árduo, a missão é hercúlea, mas quem disse que não podemos? Ditadores caíram, impérios ruíram, ditaduras não resistiram à pressão popular, porque só no Palmeiras o povo não teria força para derrubar quem está no poder? Diretas Já neles! Se não resolver, vai na força, no peito e na raça…

Elenco sem sangue, sem corpo, sem alma
Não vou falar sobre o jogo em si, sobre as falhas infantis e inaceitáveis do Deola, sobre a transparente falta de vontade dos que estiveram em campo, sobre as substituições no mínimo revoltantes do treinador, enfim, o que aconteceu em campo já foi mais do que discutido nesses dias, não há nada de novo para acrescentar, mas confesso que só de lembrar meu sangue já ferve, o coração começa a querer descompassar… melhor deixar pra lá, minha esposa diz que daqui a pouco eu tenho um infarto e morro enquanto o Felipão desfruta dos seus 700 mil por mês… e como discordar?

De dentro pra fora e não o contrário
Alguns me param nas ruas e perguntam: Málaga, porque os vexames perseguem o Palmeiras? Eu respondo na bucha, na lata: mosquito da dengue só se prolifera se o ambiente estiver propício, se eu ficar em casa a AIDS jamais baterá à minha porta, portanto, o Palmeiras é quem cria o ambiente ideal para as decepções, somos nós (a entidade) quem perseguimos e atraímos os vexames, porque dentro do clube há centenas de pessoas com esse perfil, com essa pré-disposição. É o meu pensamento apenas, ninguém aqui é obrigado a concordar.

Copa do Brasil: esperança ou confirmação?
Agora temos uma “decisão” de Copa do Brasil pela frente: o Paraná de Ricardinho Trezentinho (ou Ricardinheirinho). Sim, não é uma decisão por título, logicamente, mas ganhou essa importância porque decidirá se ainda continuaremos sonhando com algo ou se os ‘descompromissados’ irão acumular mais uma eliminação histórica para equipes sem expressão e, com isso, catapultar o treinador e sua síndrome de Professor Pardal pras cucuias.

Vexames seguram treinador? Aqui sim…
Treinador esse que está garantido no cargo pelos bananas que “mandam” no clube, mesmo sem ganhar absolutamente nada, mesmo escalando equivocadamente, mesmo esquecendo a base do clube, mesmo colecionando fracassos, mesmo exigindo atletas sem capacidade alguma para vestir nossa camisa. Não é comovente essa fidelidade? Um defeca e o outro limpa. Esplêndido, formidável. Quando ele ganhar um título, Bananone, aí o senhor o demite, combinado?

Por hoje é “só”
Pra quem nem ia escrever, isto aqui já está indo longe demais, chato demais, sempre falando de problemas, mas é que falar do Palmeiras hoje é discorrer apenas sobre coisas maléficas, situações vexatórias, picuinhas, gente inescrupulosa, falta de caráter, covardia, descompromisso, desserviço e blá blá blá… se não parar por aqui o ponto final vai demorar a aparecer.

Desculpem-me pelo teor da Prosa de hoje, pela revolta impressa em cada linha, cada palavra. Se alguém discordou de algo pode baixar o cacete nos comentários, não tem nenhum problema, pelo menos falei o que eu estou sentindo, o que milhares de palmeirenses estão sentindo nesse exato momento. Dessa vez, minha raiva não passou com o passar dos dias, ela só aumentou, mas amanhã estarei novamente vestido de verde e branco, pois essa gente merece todo o meu desprezo, o Palmeiras não…

Abraço a todos e agora vou comemorar esse 24 de abril, meu aniversário…