Prosa Verde: Cessar-fogo, trégua verde… tudo pelo bem do Palmeiras!

Hoje a Prosa Verde será curta e grossa, direta e sem rodeios, pois não há tempo para isso, já que teremos uma decisão importantíssima amanhã contra o Furacão. Assim como também não há lugar para desconfiança e nem para julgamentos. Pelo menos não agora. Não é hora de cruzar os braços, calar-se e deixar o nosso estimado Alviverde Imponente sozinho, principalmente porque a entidade em si não é detentora de nenhuma culpa por abranger tantos seres incompetentes em sua gerência e nos demais setores. Agora é a nossa hora.

Hora de apoiar
Motivos para não ter mais paciência com alguns dentro do Palmeiras nós temos e de sobra. Seja dirigente, treinador e jogador, razões não nos faltam para chutar o pau da barraca, jogar tudo para o alto e assistir de camarote a mais uma derrocada do Verdão. Não, nós não conseguimos torcer para uma derrota do nosso clube do coração. Pelo menos eu não consigo, acredito que vários de vocês também não.

“Surdo é cego dos ouvidos”, já dizia a minha avó
No último domingo, o treinador, que ainda acredita viver na década de 90, deixou bem claro sua insatisfação e desmotivação no Palmeiras, garantindo que seu contrato não será renovado. Ele não quer renovar. Isso pegou muito mal, semelhante a uma cotovelada de John Jones no meio dos meus testículos, mas é melhor ser surdo a ouvir certas coisas, portanto, vou fingir que não ouvi o que disse o treinador. Mas queira Deus que o Verdão se classifique, queira Deus…

Tratado de paz
Eu, particularmente, estou bem confiante e acredito em uma vitória contra o Atlético-PR, para garantir de vez a vaga nas semifinais da Copa do Brasil. E faço uma promessa aqui: enquanto estivermos na disputa pelo título da competição, não falarei uma vírgula sequer de crítica sobre o Felipão, pois vou torcer para que o Patrik se transforme no melhor meia do País, que Betinho faça cinco gols por jogo, que os volantes destruam os esquemas táticos alheios e que o “bigodudo” acerte tudo e nos dê a tão sonhada (e necessária) taça.

Vale tudo pelo título
Não é hora para criticar ou abandonar o barco. Meu discurso é exatamente o mesmo da véspera da fatídica eliminação para o Guarani, podem perceber. Mas naquela ocasião perdemos, ficamos fora e desci o cacete em todo mundo. Independente disso manterei a mesma postura de outrora, a de incentivar, discutir quais seriam as melhores possibilidades para a equipe, analisar o adversário e acreditar até o fim que seremos finalmente campeões, com Felipão e os Patriks, Joões, Amaros e Araújos da vida.

Ou vai ou racha!
Vamos vencer o Furacão, com ou sem Paulo Baier, mesmo sem Barcos, jogando em Barueri, no Pacaembu, no Allianz Arena ou no Bandeirão, em Limoeiro do Norte. Não importa, nós vamos passar. Não é possível que os Deuses do Futebol, outra vez, estejam trajados de preto e branco, vestidos de zebra. O Grêmio, de Luxemburgo e Judas30, que nos espere na próxima fase porque nós vamos chegar!

Scoppia che la vittoria è nostra

Abraço a todos!