Prosa Verde: Assaltos à mão armada… com apito. Você ainda duvida?

Salve salve mondistas de todas as partes do Brasil e do mundo, gente que plantou Palmeiras no coração e que não precisa explicar pra quem não é palmeirense a alegria de ser torcedor do Verdão já que isso é impossível… A Prosa Verde de hoje vem em forma de protesto e conselho, no embalo do Palmeiras, que passou pelo ‘Furachão’ e, como previsto aqui, chegou às semifinais da Copa do Brasil para encarar o Grêmio de LuxCarteado e Kleber Iscariotes.

Palmeiras vai jogar? Já sabemos quem será prejudicado…
Pelo Brasileirão já tivemos uma prévia do que iremos encarar no Estádio Olímpico. Pressão gaúcha, torcida empurrando o onze tricolor e os árbitros fazendo vista grossa para lances capitais pró-Palmeiras. Sim, vamos falar sobre os “homens de preto” (ou amarelo, vermelho, cinza…), responsáveis por tomar decisões durante os 90 minutos e que, geralmente, são favoráveis aos adversários do Verde-e-Branco, podendo ser o Barcelona ou o Tocantinópolis.

Estereótipos pra quê te quero!
Goebbels ensinou aos alemães e ao mundo que uma mentira repetida uma porção de vezes acaba se tornando uma verdade. Pois bem, o rotulado “cai-cai” Valdivia apanhou durante 45 minutos inteiros, sempre com um atleta diferente em seu encalço e, diante do desprezo da autoridade na partida, o ‘Mago’ passou a reclamar e quase tomou o “amarelo nosso de cada dia”. Contra as traulitadas em Neymar há uma comoção nacional, Jorge Henrique bate e quando apanha a imprensa exige punição aos ‘malfeitores’, já quando é com Valdivia o que se escuta é a historinha do “cai-cai” se repetindo. Ele se joga? Sim, todos se jogam, mas apanha exaustivamente e com a conivência de quem apita.

“Em terra de cego, quem não tem nenhum olho é árbitro”
Será que só eu vi que o André Lima empurrou Marcos Assunção no gol tricolor? Na hora do lance, de primeira, eu vi o empurrão e esperei o árbitro assinalar. Nada foi marcado e os jogadores, tomados por um sentimento de conformismo e vistosa ausência de malícia, nada fizeram. O que dizer então do pênalti absurdo em cima do Henrique no fim do jogo? Basta olhar a bola para perceber que o contato passou longe de atingir a redonda. Pênalti claro, límpido, cristalino. Não foi marcado e perdemos três pontos. Mais três pontos, entre tantos outros pontos que perdemos e perderemos.

O perigo mora ao lado…
O que se esperar então para a próxima fase da Copa do Brasil? Fomos garfados contra o Paraná nos dois jogos, contra o Atlético-PR nos dois jogos e por aí vai. Afinal, a matança continuará até quando? Caso cheguemos a uma final hipotética contra o São Paulo, time do coração do presidente da CBF, Zé das Medalhas, diante de tanto tempo sem conquistas e “coincidentemente” com a volta dos “erros” em prol do time de Emerson Leão, alguém tem dúvidas de que, no caso do time do Morumbi chegar à decisão, e nós também, teríamos uma tragédia anunciada?

A promessa continua… com liminares
Sabemos, nobres palestrinos, que esses não são os únicos problemas da equipe, obviamente, mas prometi não criticar o treinador até o fim da competição e assim o farei, e como 90% dos problemas dentro de campo são ligados ao técnico, deixaremos isso para outra oportunidade. Mas peraí, como o último jogo do Verdão foi pelo Brasileirão, então posso criticar sem quebrar a minha promessa, concordam? O STJB (Superior Tribunal de Justiça Bianchista) me concedeu uma liminar…

Sem querer, querendo!
Alguém entendeu a escalação do jovem Felipe sem ninguém ao seu lado no meio-campo? O rapaz faz sua estreia, fora de casa, diante de um Olímpico lotado onde não é fácil jogar, o Palmeiras pressionado dentro e fora de campo, e o treinador me escala o Felipe sozinho na armação das jogadas, pondo nas costas do garoto uma responsabilidade que não lhe cabe. Sem fazer acusações sem provas, mas essas coisas, juntamente com tantas outras, só me cheiram a atitudes propositais, com o único e exclusivo intuito de atingir alguém. Pra vocês não? Estranho demais!

Falando para as paredes…
Mas vamos em frente, temos decisões contra o Grêmio e é importante preparar o time, montar o melhor esquema, escolher as peças mais aptas para desempenharem as funções designadas e se precaver fora de campo, pressionar a arbitragem mesmo antes da escolha do apitador e fazer a CBF perceber que nós estamos falando sério e não aceitaremos mais os “erros” sempre contra nós.

Não sei vocês, mas eu sinto como se tivesse falando as coisas mais impossíveis, improváveis e absurdas da humanidade…

Abraço a todos!