Paulo Henrique chega beijando o escudo do Verdão

Quando eu era moleque, todo jogador que chegava no Palmeiras tirava uma foto beijando o escudo. Na maioria das vezes o beijo era falso, mas era quase como um rito de passagem, uma obrigação.

Até o hoje “comentarista” Neto beijou a bela camisa que o Palmeiras utilizava em 1989.

De uns tempos pra cá, esse ritual do beijo foi esquecido, assim como o jogador “identificado com o clube”, e o “amor à camisa”, algo que deveria ser preservado.

Mas não é que o atacante Paulo Henrique beijou o escudo do Verdão na sua apresentação oficial, na Academia de futebol.

“Este beijo representa o carinho que tenho pelo Palmeiras. É um orgulho estar aqui hoje. Sempre tive afinidade com o clube, até porque a maior parte da minha família é palmeirense, e desde criança tinha o sonho de vestir essa camisa”, comentou.

Revelado pelo Atlético-MG, Paulo Henrique deixou o Brasil aos 18 anos e passou três temporadas no futebol holandês. Agora, segundo ele, chegou a hora de brilhar no futebol brasileiro.

“Eu tinha algumas propostas para continuar na Europa, mas, quando surgiu o nome do Palmeiras, não pensei duas vezes. Encerrei as conversas com os outros clubes e só queria saber de vir para cá”, conta. “Espero alegrar muito à torcida com os meus gols”, completou.

Está tudo certo com a papelada do jogador, de 21 anos, que já pode atuar contra o Atlético-PR. Olha, a desconfiança com o Paulo Henrique é tão grande, mas tão grande, que é capaz de ele dar certo no Palmeiras.


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