Palmeiras não sai do zero contra o Grêmio Prudente

Mais um 0 a 0 no currículo alviverde durante o Brasileiro 2010. Desta vez, foi contra o Grêmio Prudente, em partida realizada na tarde deste sábado (29) na Arena Barueri. A incompetência de finalização do Palmeiras durante todo o jogo foi um dos elementos a justificar mais esse empate insosso.

O desempenho do Verdão na etapa inicial foi caracterizado por marcação forte e a criação de várias chances de gol. Tanto que o goleiro Márcio, do Grêmio Prudente, acabou sendo o melhor durante esse período da partida.

Foram diversas defesas difíceis, em tentativas de Cleiton Xavier (5 minutos), Vinícius (5 minutos, de cabeça), Vitor (8 e 12 minutos, dois belos chutes) e Danilo (28 minutos, de cabeça). De quebra, Maurício Ramos fez um gol aos 13 minutos anulado por Cleber Abade.

Por sua vez, o time treinado por Toninho Cecílio apostou em muita marcação e contraataques, mas se mostrou bastante incompetente, com apenas dois lances com um pouco mais de perigo, um aos 33 minutos, com fácil defesa de Marcos, e um chute de Wesley que passou perto do gol, aos 39 minutos.

Se nos 45 primeiros minutos a torcida palmeirense ficou com esperanças de que pudesse presenciar uma boa vitória, a etapa final foi tétrica. O início, com duas boas chances aos 6 e 7 minutos, até que foi bom. Daí pra frente, no entanto, foi o horror.

O time de Jorge Parraga ia para cima, tentava alguma coisa, mas ou errava o último passe, ou alguém finalizava mal, com o adversário apostando em contraataques que também não rendiam muita coisa.

As entradas de Eduardo, Paulo Henrique e Ivo conseguiram tornar a equipe ainda pior. Paulo Henrique até que corre e se esforça, mas sua capacidade de finalizar, a se levar em conta as partidas que fez no Verdão até agora, é nula. Aos 22 minutos, ele teve a bola do jogo em seus pés, mas chutou de forma patética, para desespero de nós, torcedores.

Aos 26 minutos, em sua única grande chance durante toda a partida, quase o Grêmio Prudente consegue seu gol, que Danilo salvou quase que em cima da linha. E foi só isso. Só isso, mesmo!