O que nós palmeirenses podemos esperar da Copa Libertadores?

gilson_kleina


Nesta quinta-feira, começa para o Palmeiras a competição mais importante do continente.

Diante de todas as dificuldades financeiras que o clube enfrenta, o palmeirense tem opiniões bem diferentes sobre o que será do Verdão no torneio sul-americano.

Conversando com vários palmeirenses, vejo principalmente as três linhas de pensamento abaixo:

Torcedor 1 – Não temos chances. Vamos entrar apenas para cumprir tabela e vamos cair na primeira fase.

Torcedor 2 – A camisa do Verdão supera tudo. A tradição do time na Libertadores bota medo nos rivais, principalmente estrangeiros, que irão se curvar quando tiverem que enfrentar o Verdão.

Torcedor 3 – O time está sendo formado durante a competição, mas como a primeira fase é longa temos tempo de preparar um time competitivo até chegar a hora do “mata-mata”.

Nesse momento tão conturbado, não dá pra dizer qual dos três está certo. Principalmente se considerarmos que vários jogadores ainda estão chegando e já temos jogos importantes logo no início da temporada.

Nosso principal objetivo é fortalecer o clube e subir para a Série A. O que vier além disso é lucro.

Sobre Libertadores, posso dizer que baseio as minhas opiniões nos torcedores 2 e 3. Acredito que, ao menos contra os rivais sul-americanos a camisa do Verdão pode ajudar a conquistar as vitórias que precisamos.

O Palmeiras sempre será favorito contra equipes como Sporting Cristal (Peru), Libertad (Paraguai) e Tigre (Argentina). Esse favoritismo, é claro, deve ser sempre confirmado dentro de campo.

Para que isso aconteça, o técnico Gilson Kleina precisará trabalhar muito para montar uma equipe convincente utilizando da melhor forma possível todas as peças que estão chegando para ele.

Além disso, Kleina ainda terá que contar com a sorte para que os atletas lesionados como o centroavante Kléber e o meia Valdívia possam atuar o quanto antes no time titular.

Para que esse trabalho comece bem é imprescindível que o time vença as partidas.

A cada derrota ou empate, uma verdadeira avalanche de negativismo cai sobre o treinador e a nova diretoria que acaba perdendo forças para continuar em frente.

Que os próximos jogos contra Sporting Cristal e Corinthians nos dêem essa força que tanto necessitamos.

Avanti Palestra!!!