O pesadelo está no fim, acreditem!

Caros palmeirenses, agüentar esse raio desse campeonato de pontos corridos está de doer. Ainda mais quando uma equipe do porte da Sociedade Esportiva Palmeiras, que é tetracampeã brasileira há 12 anos (esse título que os co-irmãos do Morumbi só tiveram a chance de comemorar agora) passa o torneio todo apenas e tão somente tentando escapar do rebaixamento. Com mais uma derrota absurda, irmã gêmea da recente sofrida contra o glorioso Paraná Clube, caímos para a décima quinta posição na tabela, com 43 pontos ganhos, 12 vitórias, 7 empates e grotescas 17 derrotas. O ataque marcou 56 vezes, e a defesa, com 65 gols sofridos, só é melhor do que a do já rebaixado Santa Cruz. Coisa horrorosa!

Estamos a 31 anos-luz, digo, pontos, do campeão por antecipação. Longínquos 14 pontos nos separam da zona da Libertadores, e 4 da zona da Sul Americana. Nosso querido arqui-rival, o time de Leão Tarja Preta, está a seis pontos de distância, ou seja, deve mesmo acabar o torneio na nossa frente. Para nossa felicidade, o Fluminense não passou de um empate com “eles”, e continua dois pontos atrás de nós, enquanto a Ponte Preta, pedindo desesperadamente para cair, conseguiu apanhar mais uma e permanece 5 pontos distante, eles que encabeçam a zona do rebaixamento.

Quer saber? A receita é a mesma dos jogos contra Fortaleza e Botafogo: todos ao Parque Antarctica, apoiando esse time do primeiro ao último minuto. Se ganharmos do Inter, já era, o fantasma do rebaixamento morre de vez. Um empate também pode servir, contanto que o time campineiro não ganha seus dois próximos jogos de goleada e a gente não perca o último também por larga margem de gols. Mas que é um horror essa ansiedade para nos livrarmos da degola, lá isso é. Em 2007, que o Palmeiras volte a ser Palmeiras, e não o palmeirinha atual…