Não sou MANO DO MANO, mas sou Palmeiras acima de tudo!

A vida do torcedor do Palmeiras é quase como uma montanha russa. Num dia você comemorando um título, pouco tempo depois está lamentando a queda do maior treinador da história do clube e a chegada de um técnico muito identificado com o rival. 

Bem, diante da derrocada do time desde a maldita parada para a Copa América, o que mais restava fazer? 

– Fazer uma “limpa” no elenco 

– Demitir o Alexandre Mattos

– Trocar o treinador

As duas primeiras opções não garantiriam uma mudança dentro de campo. O clube não pode mais buscar reforços no mercado e diretor não monta time (acredito que não mesmo). 

Enfim, só restava mesmo tirar o Felipão, que sempre será respeitado pela torcida, para trazer outro comandante. Mano Menezes e Abel Braga eram os únicos nomes de peso disponíveis no mercado hoje.

Outra aposta, como o Roger Machado, é algo que não passa na cabeça de ninguém neste momento conturbado.

Mano Menezes é gaúcho como o Felipão. Ambos vêm da mesma escola de futebol e, talvez seja justamente isso que tenha irritado mais o torcedor palmeirense. Mudou pra quê? Mais do mesmo?

Manter o Felipão era um risco ainda maior, senhoras e senhores. Infelizmente, ele ia cair de qualquer jeito depois de mais alguns resultados ruins. Era só uma questão de tempo. Digo isso com tristeza.

Ah, o Mano é corintiano. Não é. Ele é identificado com o rival assim como foi o Bruno Henrique, o Willian Bigode e tantos outros que depois conquistaram títulos por aqui. São profissionais do futebol. 

Não gosto do estilo do Mano, sempre priorizando a defesa. Também não gostava do estilo do Felipão, mas sempre o apoiei. Apoio o Palmeiras acima de tudo. Quero ver esse time, que foi mal montado (é fato), jogando um futebol melhor e atingindo os seus (poucos) objetivos que restam nesta temporada.

Como sempre diz o sábio Fabian Chacur: “vestiu a camisa, eu torço”. Quem já comemorou gol do Viola, Muller tira isso de letra…

Abraço a todos!