Nacional é desafio de hoje pela Libertadores

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Time ambicioso precisa estar preparado para encarar uma decisão atrás da outra. E nosso Alviverde Imponente sabe disso. Tanto que hoje, às 22h, no estádio Palestra Itália, joga a partida de ida das quartas de final da edição 2009 da Taça Libertadores da América contra o Nacional consciente da importância de fazer um bom resultado, como forma de ir com mais tranqüilidade para a partida de volta, no Uruguai.

Os jogadores relacionados para encarar o desafio são: Marcos, Bruno e Deola (goleiros), Fabinho Capixaba, Pablo Armero e Jefferson (laterais), Danilo, Maurício Ramos, Marcão, Jéci e Maurício [zagueiros], Pierre, Souza, Mozart e Jumar (volantes), Diego Souza e Cleiton Xavier (meias), Keirrison, Ortigoza, Lenny, Marquinhos e Obina (atacantes).

Embora ainda não confirmada, e levando-se em conta a disposição de Vanderlei Luxemburgo em sempre trazer surpresas de última hora, a provável escalação do Palmeiras deve ser Marcos, Marcão, Maurício Ramos e Danilo; Fabinho Capixaba, Pierre, Souza, Cleiton Xavier e Pablo Armero; Diego Souza e Keirrison. Sim, já sei o que muitos pensaram: ele insistirá em manter Diego Souza como atacante? E em escalar Fabinho Capixaba na lateral direita? Veremos na hora em que o onze alviverde for anunciado de forma oficial.

O retrospecto entre Palmeiras e Nacional é bastante equilibrado. Foram, até hoje, 11 partidas, com 5 vitórias para cada lado e um empate, 21 gols a nosso favor, e 16 contra. Contra uruguaios, no geral, foram 36 partidas, sendo 16 vitórias, 12 empates e 8 derrotas, 61 gols a favor e 36 contra. Duas dessas partidas são históricas: a realizada em 1965, quando, vestindo a camisa da seleção brasileira, derrotamos a seleção uruguaia por 3 a 0.

A outra, ocorreu na Copa Mercosul de 1998 (conquistada pelo Palmeiras, por sinal), quando vencemos os uruguaios em pleno Estádio Centenário pelo implacável placar de cinco a zero. Minha maior lembrança desse jogo, no entanto, não foi o show proporcionado pelo Verdão, especialmente por Alex, e sim, da reação dos torcedores do Nacional, que não se cansaram de incentivar o clube, mesmo diante de tal enxurrada de gols. Uma lição de amor a ser aprendida por muitos torcedores mundo afora.