Guardem as cornetas…a temporada acabou!

O Palmeiras precisava vencer o Atlético-PR para atingir o último objetivo que ainda tinha nesta temporada. A vitória não veio, mas ainda assim o Palmeiras terminou o Campeonato Brasileiro na segunda colocação, o que é bom, pelo menos para os cofres do clube.

Na verdade, o clima já era de férias na semana que antecedeu essa partida. Alguns atletas cumpriram suspensão automática e outros deveriam ter inventado alguma desculpa para não viajar para Curitiba. A defesa formada por Fabiano, Yerry Mina, Luan e Michel Bastos fez com que o Atlético-PR resolvesse a partida logo no primeiro tempo.

Ah, claro. A tal “linha alta de marcação” contribuiu muito para que os contra-ataques do Atlético-PR fossem bem sucedidos e os atacantes ficassem cara a cara com o Prass várias vezes. O Luan era o zagueiro que todos queriam, era uma joia da base vascaína, mas até agora não conseguiu fazer uma boa partida por aqui. Aliás, toda partida que ele participa acaba sendo uma tragédia para quem joga ao seu lado, seja o Edu Dracena ou o Yerry Mina, como neste domingo. Incrível.

Ainda bem que já contratamos um lateral esquerdo, não? Michel Bastos definitivamente não dá mais e o Fabiano fez a sua última partida pelo Palmeiras. Vai ser lembrado pelo gol contra a Chapecoense, e só. É bem provável que ele volte pra lá.

Precisamos desesperadamente de um meia. Espero que o Lucas Lima consiga cumprir esse papel e que o Moisés aproveite esse período de férias para se cuidar, fazer algum trabalho especial porque fisicamente ele não é mais o mesmo.

Alberto Valentim ainda não definiu se vai seguir no Palmeiras. Acredito que seria melhor para ele começar a carreira como técnico em outro clube menor e não que continue como auxiliar por aqui. Cabe a ele a decisão.

Enfim, acabou a temporada. Agora é começar a pensar em 2018 e não repetir os mesmos erros cometidos em 2017. O último erro deste ano deve ser a contratação do goleiro Weverton. Vão insistir mesmo nisso?

Acredito que, embora a diretoria vá trazer mais nomes, a gente controle mais as expectativas e não caia mais naquele papo furado de “Real Madrid das Américas”.

Também é importante manter firme o compromisso de profissionalizar os departamentos-chave do clube e de não dar ouvido às vozes do atraso que insistem em tumultuar o dia-a-dia do falido clube social.

Abraço a todos!