Esqueçam a semana. Lembrem-se de torcer!

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Hoje me lembrei de uma revista Manchete (alguem conhece/lembra?) que eu, moleque, via na casa de meus avós no interior nos já longínquos anos 80. Na capa daquela edição eu via o presidente Figueiredo (sim, eu sabia que ele era o presidente do Brasil), e logo abaixo a frase: “Me esqueçam”.Toda hora eu passava ali na sala, olhava e via o homem mais importante do País pedindo para ser esquecido. Será que era isso mesmo? Era.

O presidente, assim como toda a ditadura militar tinha que ser esquecida. Lembrei-me dessa capa, desse episódio da minha infância, depois dessa semana turbulenta que tivemos no Palmeiras.

Florentín pouco marcou, tanto nas redes adversárias, quanto na memória do torcedor. Pouco aproveitado, muito aplicado, decididamente limitado, não aguentou o tranco, e “pediu as contas”. Covarde? Não sei. Verdadeiro? Sim. Ao se mostrar inapto para um cargo por onde passaram “funcionários” tão competentes, como o eterno matador Evair, fez o que muitos deveriam fazer. Deixou o cargo para profissionais com mais “qualificação”. Lógico que a imprenssinha não deixou por menos. Crise no Palmeiras!

Um candidato á vaga era o compentente Kleber. Se pelo menos dentro de campo ele merecia algum respeito, fora de campo ele é uma verdadeira decepção. Traiu o clube, seus empresários, sua família, e foi para o Santos. Por outro lado, fica a lição para a nossa diretoria. Se o jogador, que estava no Maranhão, prometeu que viria, por que não enviar um representante do clube até aquele estado e fazer com que ele assine ao um pré contrato? Fica pra próxima.

Enfim, se esta semana alviverde falasse, ela diria o mesmo que o finado Figueiredo falava naquela capa de Manchete que eu ficava tentando entender lá em Tatuí. Me esqueçam!