Eleições 2011: a festa da democracia palmeirense!

Imagine um país com 15 milhões de habitantes que pagam rigorosamente seus impostos, cumprem suas obrigações, muitas vezes são alvos de gozações dos rivais, mas mesmo assim fazem tudo para ajudar a sua nação.

Ajudam. Bancam todos os custos. Mas não tem direito a escolher os seus governantes. Ah, não. Um grupo de quase 300 habitantes deste País pode escolher seu presidente a cada dois anos.

Sim, uma “casta superior”, formada majoritariamente por filhos, netos e bisnetos de ex-diretores, ex-presidentes, que fazem parte dessa elite há muito tempo. Nos últimos 30 anos, no entanto, esse pessoal se encontra imerso nesse seu pequeno feudo, e principalmente, soterrado em sua soberba e incompetência.

Agora pare de imaginar. Este país imaginário poderia ser o Palmeiras, que escolhe hoje de forma medieval o seu mandatário para os próximos dois anos.

Arnaldo Tironi e Paulo Nobre lutam voto a voto para vencer o pleito, e tentar colocar um pouco de ordem no clube que está sem comando há um bom tempo.

A única coisa que Mondo Palmeiras espera do vencedor é que ele apóie iniciativas como o Palmeiras Já, e que pelo menos inicie o processo de democratização do clube, com a reforma do estatuto do clube.

Ou o Palmeiras sai da idade média, ou vai continuar firmemente o seu caminho rumo às trevas.

Abraço a todos!