Copa Libertadores: o que ainda falta para o Palmeiras?

Chegou a hora! Para muita gente, o ano esportivo começa pra valer com o início torneio que a Conmebol tenta transformar numa Champions League tropical, ou algo do tipo. 

Os principais rivais do Palmeiras deveriam estar na Libertadores 2020. Eu torcia muito por dois dérbis na primeira fase da Libertadores. Vamos de Guarani mesmo! 

O Rio Grande do Sul aguarda ansiosamente pelo Grenal do dia 12 de março. Esperava algo parecido por aqui, como o que vivenciamos no início deste século. Onde você estava no ano 2000 quando São Marcos defendeu aquele pênalti do Marcelinho? 

Vinte anos depois, o Palmeiras segue na busca de mais um título da Libertadores, que até virou obsessão no clube. Talvez esse seja o maior problema. Como lidar com tamanha pressão num torneio historicamente tão imprevisível?

Estádios ruins, violência extrema, arbitragens tendenciosas e muita catimba. Pelo menos nesta primeira fase, a Libertadores pouco lembra o grande torneio que a Conmebol tenta nos empurrar goela abaixo.

O professor Luxemburgo utilizou as primeiras rodadas do Paulistão para montar um time base para o torneio sul-americano. O treinador já confirmou em entrevistas que a competição é a sua primeira prioridade para esta temporada. O tal do “Mundial” seria o seu segundo objetivo, mas continuo achando que todas as competições são importantes.

Enfim, o que o torcedor espera é um time bem organizado dentro de campo e mais reforços. 

Ainda faltam:

Um centroavante para compensar as (corretas) saídas de Borja e Deyverson.  

Acertar o meio-campo. Raphael Veiga, Lucas Lima e Scarpa são soluções definitivas. 

– Mais um lateral-direito. Gabriel Menino é um excelente jogador e não pode ficar quebrando galho na ala direita. 

Apesar disso, temos hoje o Palmeiras apresenta um futebol bem diferente daquele da “era Mano”. Temos ótimos jogadores e, com tempo, chegará também o entrosamento necessário para qualquer time campeão.

Abraço a todos!