Chuva, gol de Obina e empate em Barueri

Barueri x Palmeiras teve dois tempos bem distintos. No inicial, nem uma única bola chegou aos gols defendidos por Renê e Marcos, com desempenho pífio por parte das duas equipes.

Na etapa final, as coisas mudaram para melhor, e a partida esquentou, com direito a quatro gols e vários lances perigosos de parte a parte. No fim das contas, um empate em dois tentos que não foi bom para ninguém, e um dilúvio que atrapalhou um pouco a parte técnica.

Desta vez, Vanderlei Luxemburgo optou por um esquema com dois zagueiros (Marcão e Danilo), com Wendel e Pablo Armero nas laterais, Pierre e Mozart como volantes, Cleiton Xavier e Diego Souza na armação e Obina e Keirrison no ataque.

O jogo não fluiu muito, com apenas um chute alviverde a gol, em falta cobrada por Mozart logo aos 3 minutos, e uma jogada aos 9 minutos na qual Keirrison e Obina foram travados, ao tentarem concluir dentro da grande área. O adversário só chutou aos 32 minutos, em bola que passou longe.

Logo a um minuto do segundo tempo, Renê tirou bola nos pés de Obina, em bom lançamento de Diego Souza. Dos 6 aos 9 minutos, domínio total dos comandados de Estevam Soares, que criaram quatro chances claras de gol. Ironicamente, logo após, aos 11, Diego Souza lança com precisão e Obina conclui com categoria, acabando com jejum de seis meses sem fazer gols.

Aos 15, cruzamento da direita de Cleiton Xavier encontrou Keirrison bem colocado, e sua conclusão foi certeira. 2 a 0. Vitória a caminho? Era o que esperávamos. Mas aos 17 minutos, Marcão bobeou e Pedrão, mesmo sentado, conseguiu chutar no ângulo de Marcos, diminuindo.

Aos 23, Luxa fez duas alterações, com Ortigoza e Marquinhos nas vagas de Obina e Mozart. Não deu certo, e aos 28, o lance que decidiu o jogo. Marcos errou em saída de bola na defesa, e a bola ficou de graça para o Barueri. Pedrão recebeu na grande área, livrou-se de Cleiton Xavier e fuzilou nosso goleiro. Jogo empatado.

A partir daí, só deu o time da casa, que, no entanto, não teve competência para vencer, mesmo com um a mais a partir dos 36 minutos, quando Wendel tomou o segundo amarelo e foi expulso.