23 de janeiro de 2022
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STJD deveria banir Valdívia do futebol brasileiro

Não tenho palavras para classificar a atitude do atleta palmeirense, diante de um Pacaembu lotado, neste sábado na vitória sobre o Paraná Clube.

Ao ver o seu número na placa de substituição, o meia chileno teve a audácia de deixar o campo lentamente, como se não quisesse deixar o gramado.

Convocado para atuar pela seleção de seu País e, pendurado com dois cartões amarelos, Valdívia forçou o terceiro cartão.

Isso mesmo meus caros, ele teve uma conduta contrária à ética desportiva jamais vista no futebol nacional ao “pedir” que fosse advertido com mais um cartão amarelo.

Que absurdo! Valdívia deve ser punido não apenas pelo ato em si, mas também para evitar que isso se torne uma prática comum no futebol.

Imaginem, por exemplo, jogadores do Flamengo repetindo o exemplo de Valdívia. O que faria a nossa Justiça Desportiva diante disso?

Se tal prática virar “moda” depois do que Valdívia fez neste sábado, até mesmo os nossos treinadores irão instruir seus atletas para forçar o terceiro cartão amarelo quando necessário.

“Pedi para o fulano tomar cartão amarelo, em função de ele ir para a Seleção. É uma condição natural, não escondo minhas atitudes e meu comportamento. Utilizei a regra do jogo”, poderia dizer qualquer técnico no final de uma partida.

Caros palestrinos, precisamos extirpar esse mal pela raiz. Vamos iniciar uma campanha para que o Valdívia seja punido exemplarmente. Não podemos nos calar diante de tamanho descalabro.

Entrem em contato com os jornalistas esportivos para que eles façam a sua parte e também se posicionem sobre o caso.

A imprensa esportiva, embora formada, em muitos casos, por torcedores travestidos de jornalistas, pode nos ajudar nesta empreitada entrando em contato com membros do STJD e pressionando para que o meia palmeirense seja condenado.

A condenação de Valdívia irá prejudicar o Palmeiras, principalmente na Copa do Brasil, mas certamente irá salvar o futebol brasileiro.

Abraço a todos!

P.S: Embora o texto seja carregado de sarcasmo e ironia, a frase citada é verdadeira e foi proferida pelo técnico Tite no ano passado.

Nem o treinador corintiano e nem o atleta (Paulinho) foram julgados pelo tal STJD ou alvo de críticas da imprensa especializada.