4 de fevereiro de 2023
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Até quando os adversários irão colaborar conosco?

Quatro derrotas consecutivas. Cinco partidas sem vitórias, com cinco gols a favor e treze (eu disse treze!) contra. Dos últimos quinze pontos disputados, ganhamos apenas unzinho. Típico momento de um time que está despencando ladeira abaixo. A derrota contra o Paraná por 4 a 2 só agravou um momento dos piores. Para felicidade geral da Nação Alviverde, no entanto, os adversários andam dando mole, e, mesmo nessa fase medonha, conseguimos manter o décimo quinto posto na tabela. São 10 vitórias, sete empates e vexaminosas 16 derrotas, com 49 gols pró e intermináveis 61 gols contra, com saldo de gols de 12 gols negativos. A pergunta que não quer calar: até quando dependeremos da ajuda dos nossos concorrentes diretos? Ou esse time começa a ganhar, ou não vai dar tempo. São só cinco partidas que nos restam, sendo as duas próximas, contra Fortaleza e Botafogo, no Parque Antarctica. Vitória ou morte, bombeiro Picerni.

Para todos ficarmos envergonhados: estamos a 30 pontos do líder do campeonato, aquela equipe do Edcarlos. O último time da Zona da Libertadores está com 16 pontos à nossa frente, o Paraná Clube, e matematicamente já não poderemos mais alcançá-los. Até a tão rejeitada Copa Sul-americana só pode ser vista de binóculo, pois o último time que estaria classificado para a mesma se o Brasileirão se encerrasse hoje, o Goiás, está a nove pontos de nós. Mais fundo do poço: sete pontos nos separam do time de Betão e Carlão, o “péssimo terceiro” colocado, e cinco do décimo quarto, o Juventude.

Enquanto isso, nossa vantagem em relação ao Fluminense é de apenas um pontinho, e de três para a Ponte, a primeira da Zona do Rebaixamento. Para nossa sorte, a próxima rodada reservou o “confronto de Titãs” Fluminense x Ponte Preta, enquanto pegaremos o praticamente já rebaixado Fortaleza em casa. Se nem assim conseguirmos dar uma escapadinha desses dois times, só chamando o Pai Edu, mesmo……