12 de Junho de 1993. Impossível não relembrar…e se emocionar…

O frio era parecido o de hoje. Fazia muito mais frio naquele tempo, mas naquele dia 12 de junho de 1993 parecia que a temperatura estava ainda mais baixa, pelo menos lá em Tatuí. Ou era o nervosismo mesmo? Não sei.

A fila de quase 17 anos era um fantasma para o palmeirense. Em quase todos os clássicos, tinha alguém na torcida adversária para nos lembrar da ausência de títulos.

O gol porco do Viola também ficou na cabeça de todos durante toda a semana e a gente ficava imaginando como seria a vingança.

12 de junho de 1993 não foi apenas uma vingança, uma goleada sobre o principal rival, mas também um grito de liberdade para o torcedor palmeirense. Todo aquele grito de gol, de É CAMPEÃO represado na garganta durante todos aqueles anos se se esvaiu naquela tarde de sábado e atravessou a madrugada.

Voltar a lembrar desta data, mesmo agora em 2017, é algo que toca o coração do palmeirense que viveu aquele momento tão especial da nossa história.

Claro que nesta segunda-feira ninguém vai comemorar da mesma forma que fez quando o Evair Aparecido Paulino decretou a goleada de 4×0 e o fim da fila, mas a lembrança é inevitável.

Ah, sim! O gol que eu mais comemorei na minha vida não foi o do Evair, mas o primeiro gol daquela partida, marcado pelo Zinho, de perna direita (olha ele aí em cima com o Fabian). Mais uma vez, obrigado Evair Aparecido Paulino, Zinho, Edmundo, Tonhão…

Muito obrigado, PALMEIRAS!

Segue abaixo o trailer do maravilhoso filme “12 de Junho de 1993 – O dia da paixão palmeirense”, de Mauro Beting:

Abraço a todos!