O que começa mal, raramente termina bem. O jogo, apesar de ter começado sob uma temperatura alta, começou com morno. As duas equipes se poupando, se estudando, e aguardando o erro da outra. Foi o que aconteceu até os 21 min, quando Conca bateu falta no bico da área, e obrigou o goleiro Bruno a espalmar pra fora.
O calor era tão intenso que o ilustre arbitro FIFA, Carlos Eugênio Simon, solicitou uma parada técnica aos 23 minutos. Na volta, o Palmeiras retornou atacando mais.
Aos 31 min, Figueroa alça na área com perfeição, Obina faz de cabeça, gol legítimo (veja acima) que o incompetente arbitro FIFA, e que deve “apitar” mais uma Copa do Mundo, anular. Mais uma vez esse senhor altera o resultado de uma partida.
No segundo tempo, o time voltou com a mesma pegada. Ou seja, tentando jogar nos erros do time carioca. No entanto, o meio-campo não funcionava, o ataque (de riso) de Vagner Love não aparecia, e o Palmeiras não levava perigo algum ao goleiro Rafael.
Apesar do desempenho ridículo, o treinador não promoveu nenhuma alteração na equipe, e pagou caro por isso.
Aos 15 minutos, escanteio para o Fluminense, a bola chega para Fred, que desmarcado (sabe-se lá o porquê) abrir o placar de cabeça. Aos 24 min, quando eu achava que Love sairia, e que o Palmeiras pudesse mudar o jogo, Muricy tirou Obina para a entrada de Robert e continuamos na mesma. Após vários chutões, Marcão saiu e Sacconi entrou. Tarde demais.
Ainda deu tempo para o Armero ser agredido com uma cabeçada bem na frente do omisso assistente, e o arrogante Simon deixar pra lá. Não sei onde estarei em junho do próximo ano, mas este senhor estará na Africa do Sul, apitando a Copa. E o Palmeiras? Depois de quarta-feira, eu respondo.
Abraço a todos!
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